quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Como decifrar as informações dos rótulos de alimentos

No Brasil a rotulagem nutricional é obrigatória e é uma maneira de comunicar as características dos alimentos para os consumidores. Por isso, compreender as informações que estão no rótulo pode ajudar nas escolhas alimentares e, assim, a manter uma alimentação mais adequada. Porém, não são todos que conseguem ler e entender as informações descritas. Será pontuado abaixo o que deve conter em um rótulo e como interpretar tais informações.
ITENS OBRIGATÓRIOS:
INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS:
O que significam os itens da tabela de informações nutricionais:
  • VALOR ENERGÉTICO
É a energia produzida pelo nosso corpo proveniente dos carboidratos, proteínas e gorduras totais, Na rotulagem nutricional o valor energético é expresso em forma de quilocalorias (kcal) e quilojoules (kJ).
Prefira alimentos com ↓ valor calórico. Mas de 400kcal/100g é bastante elevado.

  • CARBOIDRATOS
São os nutrientes cuja principal função é fornecer a energia para as células do corpo. São encontrados em maior quantidade em massas, arroz, açúcar, mel, pães, farinhas, tubérculos (batata, mandioca, inhame, etc.) e doces em geral.
Alimentos ricos em carboidrato com mais de 6g/100g de fibras e proteína, são boa escolha.

  • PROTEÍNAS
São nutrientes necessários para construção e manutenção dos nossos órgãos, tecidos e células. Encontramos nas carnes, ovos, leite e derivados, e nas leguminosas (feijão, soja e ervilha).
  • GORDURAS TOTAIS
São nutrientes que também fornecem energia para o corpo e ajudam na absorção das vitaminas A, D, E e K. As gorduras totais referem-se à soma de todos os tipos de gorduras encontradas em um alimento, tanto de origem animal quanto de origem vegetal.
Procure alimentos com menos de 10g de gordura por 100g.

  • GORDURAS SATURADAS
Tipo de gordura presente em alimentos de origem animal. O consumo excessivo desse tipo de gordura pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, por isso o consumo deve ser moderado. São exemplos: carnes, toucinho, pele de frango, queijos, leite integral, manteiga e requeijão. 

Prefira alimentos com pouca ou nenhuma gordura saturada.

  • GORDURA TRANS
Encontrada em grande quantidade em alimentos que utilizam gordura vegetal hidrogenada em suas preparações. O consumo desse tipo de gordura deve ser muito reduzido, considerando que o nosso corpo não precisa desse tipo de gordura, além de aumentar o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Não se deve consumir mais de 2 gramas/dia.
  • FIBRAS ALIMENTARES
Está presente em diversos tipo de alimentos de origem vegetal, como frutas, hortaliças, feijões e alimentos integrais. A ingestão de fibras auxilia no funcionamento do intestino.
Consumo de 30 gramas/dia.

  • SÓDIO
Está presente no sal de cozinha e em alimentos industrializados (embutidos, enlatados, salgadinhos, molhos prontos). Devem ser consumidos com moderação, pois em excesso podem causar o aumento da pressão arterial.
Máximo de 2000mg/dia.

Os rótulos são feitos para transmitir informações, de forma clara, sobre os alimentos, dando ao consumidor a possibilidade de escolhas saudáveis que contribuam com a sua saúde.

 Fonte: http://www.diabetes.org.br/2014-03-27-22-06-34/2014-03-27-22-24-40/675-como-decifrar-as-informacoes-dos-rotulos-de-alimentos

DIA MUNDIAL DA DIABETES 2014 - ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E DIABETES

Fonte: IDF

A campanha do Dia Mundial da Diabetes 2014 marca o primeiro de três anos (2014-16) de uma campanha que se centrará em uma vida saudável e diabetes.

As atividades e os materiais deste ano estarão dedicados a uma alimentação saudável e sua importância para prevenir a diabetes tipo 2 e controlar de maneira efetiva a doença a fim de evitar complicações.

As últimas estimativas do Atlas da Diabetes da FID indicam que mais de 382 milhões de pessoas vivem com diabetes no mundo.

Para 2035, 592 milhões de pessoas ou uma em cada dez pessoas terá diabetes. Outros 316 milhões de pessoas atualmente correm risco de desenvolver diabetes tipo 2 e espera-se que está cifra aumente até 500 milhões dentro de uma geração.

O que faz com que a pandemia seja particularmente ameaçadora é que, em grande parte do mundo, ela permanece oculta; pelo menos metade de todas as pessoas com diabetes no mundo estão sem diagnóstico.

Estes dados e cifras reiteram a importância de uma ação urgente. A maioria dos casos de diabetes tipo 2 pode ser prevenida e as complicações sérias associadas com a doença podem ser evitadas com estilos de vida e ambientes saudáveis que fomentam e facilitam um comportamento saudável.

As principais mensagens da campanha têm como objetivo conscientizar sobre como as opções saudáveis podem ser a opção mais fácil e os vários passos que os indivíduos podem tomar com relação às decisões sobre o que comer, com ênfase especial sobre a importância de começar o dia com um café da manhã saudável.

As atividades da campanha continuaram a ser desenvolvidas sob o slogan “Diabetes: protejamos nosso futuro”.

A campanha continuará promovendo a importância de uma ação imediata para proteger a saúde e o bem-estar de futuras gerações e conseguir resultados significativos para as pessoas com diabetes e aquelas em risco de desenvolvê-la.As principais mensagens da campanha são:

# Façamos com que os alimentos saudáveis sejam a opção fácil
# Alimentação saudável: informe-se e decida
# Uma alimentação saudável começa com o café da manhã

Mais informações sobre a campanha estarão disponíveis em breve emhttp://www.idf.org/worlddiabetesday.

Diabetes: novos tratamentos abrem perspectivas para controle da doença

No mundo, pelos dados de 2013, o diabetes já afeta aproximadamente 371 milhões de pessoas. Aqui no Brasil, nós somos o quarto país do mundo em número de casos, quase 13,4 milhões de brasileiros, segundo dados no mesmo ano.

Oferecer novas possibilidades de tratamentos, com maior comodidade, eficácia e controle dos níveis de açúcar no sangue: estes têm sido os focos de diversos estudos nas últimas décadas, com o objetivo de tornar a vida dos diabéticos mais simples e fácil.
Neste artigo, vamos falar de algumas destas novidades. Prepare-se, pois é de fato um admirável mundo novo que se abre diante dos seus olhos:
Insulinas orais
Pergunte a qualquer diabético que usa insulina qual é seu maior desconforto. Pode ter certeza que na grande maioria dos casos a pessoa irá se queixar das picadas da agulha e das medidas do aparelho de glicemia. A ideia de se sintetizar em laboratório uma insulina que funcione e não seja injetável não é nova. Em 2006 chegou a ser comercializada no mundo uma insulina inalatória, porém foi retirada do mercado em 2007 por não ter sido amplamente aceita, uma vez que não abolia todas as injeções durante o dia. Nos anos seguintes, novos estudos se seguiram e atualmente as perspectivas do lançamento de uma insulina via oral estão bem mais próximas.
Oferecer novas possibilidades de tratamentos, com maior comodidade, eficácia e controle dos níveis de açúcar no sangue: estes têm sido os focos de diversos estudos nas últimas décadas.
Até então era sabido que quando se tentava sintetizar a insulina colocando-a em formato de comprimido, as enzimas digestivas do nosso estômago e intestino se encarregavam de destruí-la, o que tornava o tratamento ineficiente. Agora, foi desenvolvido um novo tipo de comprimido que, nos testes iniciais, tem demonstrado eficácia e perfil de segurança adequados. Esta insulina oral ainda está em fase de testes, mas surge como uma boa promessa para os próximos anos.
Células-tronco
Por apresentarem potencial de se diferenciar em qualquer outra célula do organismo, as células-tronco têm sido usadas no tratamento dos pacientes diabéticos, demostrando resultados promissores. Por décadas, os pesquisadores tentam transformar as células-tronco em células do pâncreas, para que elas possam produzir insulina e fornecer ao paciente o seu suprimento normal deste hormônio. A 
tentativa nas pesquisas é justamente injetar estas células-tronco que irão produzir insulina, sem o           paciente apresentar rejeição.
Uma linha de pesquisa é o uso de células-tronco do paciente para controlar o seu próprio sistema imunológico. Sabe-se que o diabetes tipo 1 ocorre quando o organismo do paciente passa a não reconhecer as células que produzem insulina (as células Beta pancreáticas) e as ataca, destruindo-as. No Brasil, a equipe de cientistas da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, tem realizado várias pesquisas nesse campo, com resultados animadores.
Um dos líderes desta pesquisa, o Dr. Eduardo Couri, tem divulgado os resultados deste trabalho, dentre eles o "Transplante Autólogo de Células-Tronco Hematopoéticas em Pacientes diabéticos tipo 1 recém-diagnosticados". A ideia nesta técnica é a coleta de células-tronco da pessoa com diabetes, seguida pelo uso de medicamentos que forcem o sistema imunológico a se desligar - como se fosse uma quimioterapia - e na sequencia, injetar novamente as próprias células-tronco do paciente para que ocorra uma reorganização do sistema de defesa, que não mais atacará as células que produzem insulina, preservando, assim, o pâncreas.                        
Outra linha de estudos que tem avançado muito nos últimos anos é a pesquisa com a transferência nuclear de células somáticas. Estes trabalhos, com publicações recentes da segunda quinzena de abril de 2013 pelo grupo do Dr Young Gie Chung, em colaboração com a Universidade de Seul e a Universidade de Los Angeles,  tem obtido sucesso nesta técnica. 
A transferência nuclear consiste de uma célula-tronco receber o núcleo de uma célula madura e já diferenciada, e assim podem produzir células com diversos propósitos terapêuticos, semelhantes àquela que doou o núcleo. Com a evolução deste processo será possível produzir de forma segura em laboratórios células Beta pancreáticas, as células que produzem insulina, e assim regenerar os pâncreas danificados, seja por diabetes tipo 1 ou 2.
Remédios com atuação nos rins
Recentemente foi lançada no mercado uma nova classe de medicamentos, os inibidores do SLGT2. 
Em algumas situações, o nosso rim reabsorve a glicose que foi filtrada e que iria para a urina por meio de um canal co-transportador, que é chamado de SGLT2, da sigla em inglês para sodium-glucose cotransporters. O alvo destes medicamentos novos é justamente bloquear o funcionamento deste canal e aumentar a saída do excesso de glicose pela urina, fazendo com que a glicose no sangue caia e assim normalize. Vários medicamentos foram desenvolvidos nos últimos anos: dapagliflozina, canagliflozina e empagliflozina. No Brasil, a dapagliflozina já está disponível, e a canagliflozina tem previsão de chegada para os próximos meses.
Infusão inteligente de insulin
Já existentes no mercado há vários anos, as bombas de insulina tem apresentado a cada ano mais inovações, sejam de hardware, com dispositivos menores e mais leves, sejam de softwares mais potentes e capazes de gerenciar melhor a entrada da quantidade de insulina no sangue. O lançamento da bomba de insulina Medtronic MiniMed 530G, que está sendo chamada de “o  avanço na direção            no pâncreas artificial”, é um exemplo do como as pesquisas tem evoluído neste sentido. Isto acontece porque o seu software calcula de forma mais precisa a quantidade de insulina que será injetada, além de receber informações sobre o comportamento da glicose sanguínea para fazer este cálculo. Além disso, ele pode receber dados de um sistema eletrônico chamado de CGMS, sigla em inglês para 
sistema de monitoramento contínuo de glicose. O CGMS é um sensor inserido no subcutâneo do paciente, que envia informações para a bomba de insulina em tempo quase real sobre o   comportamento da glicemia. 
Vacinas
É da Universidade de Stanford a notícia de testes de uma vacina com capacidade de frear o sistema imune, e assim evitar que ele ataque o pâncreas e destrua as células beta no diabetes tipo 1. Os dados publicados na revista Science Translational Medicine em junho de 2013 a partir de um estudo multicêntrico de 12 semanas demonstraram que aqueles que receberam a vacina apresentaram menor destruição das células beta do pâncreas, comparados com os que não haviam recebido. A ideia agora é aplicar esta pesquisa em grupos maiores de pessoas e verificar se os bons resultados se confirmam .

Fonte: http://www.diabetes.org.br/artigos-sobre-diabetes








Diabetes Gestacional

O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher. Não é comum a presença de sintomas. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana (início do 6º mês) de gravidez, como está a glicose em jejum e, mais importante ainda, a glicemia após estímulo da  ingestão de glicose, o chamado teste oral de tolerância a glicose .O diagnóstico é feito caso a glicose no sangue venha com valores iguais ou maiores a 92 mg/dl no jejum ou 180 mg/dl e 153 mg/dl respectivamente 1 hora e 2 horas após a ingestão do açúcar.
Algumas mulheres tem maior risco de desenvolver a doença e devem estar mais atentas.
São considerados fatores de risco para o diabetes gestacional:  Idade materna mais avançada, ganho de peso excessivo durante a gestação, sobrepeso ou obesidade, Síndrome dos ovários policísticos, história prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional, história familiar de diabetes em parentes de 1º grau , história de diabetes gestacional na mãe da gestante, hipertensão arterial sistêmica na gestação e gestação múltipla (gravidez de gêmeos).
O controle do diabetes gestacional é feito na maioria das vezes através de uma orientação nutricional adequada. A gestante necessita ajustar para cada período da gravidez as quantidades dos nutrientes. A prática de atividade física é uma medida de grande eficácia para redução dos níveis glicêmicos. A atividade deve ser feita somente depois de avaliada se existe alguma contra-indicação, como por exemplo, risco de trabalho de parto prematuro.
Aquelas gestantes que não chegam a um controle adequado com dieta e atividade física tem indicação de associar uso de insulinoterapia. O uso da insulina é seguro durante a gestação e o objetivo da terapêutica é a normalização da glicose materna, ou seja, manter níveis antes das refeições menores que 95 mg/dl e 1 hora após as refeições menores que 140 mg/dl. É importante destacar que a maioria das gestações complicadas pelo diabetes, quando tratada de maneira adequada, irá ter um excelente desfecho e os bebês nascerão saudáveis.

Aproximadamente 6 semanas após o parto a mulher que teve diabetes gestacional deve realizar um novo teste oral de tolerância a glicose, sem estar em uso de medicamentos antidiabéticos. O histórico de diabetes gestacional é um importante fator de risco para desenvolvimento de diabetes tipo 2 ao longo da vida adulta e na senilidade.  O aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes permanente após o parto. O desenvolvimento de diabetes tipo 2 após o parto frequentemente é prevenido com  a manutenção de uma alimentação balanceada  e com a prática regular de atividades físicas .

http://www.diabetes.org.br/diabetes-gestacional

O que é Diabetes?

Diabetes Mellitus é uma doença caracterizada pela elevação da glicose no sangue (hiperglicemia). Pode ocorrer devido a defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas, pelas chamadas células beta . A função principal da insulina é promover a entrada de glicose para as células do organismo de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares.
Se as células não recebem glicose, o cérebro sinaliza que está faltando alimento (Energia) para o corpo e ativa mecanismos de emergência para providenciar esse alimento. Esses mecanismos fazem o fígado produzir glicose e mandá-la para o sangue, além de obrigar o tecido gorduroso a queimar suas reservas para produzir mais energia que movimentará o corpo humano.
A falta da insulina ou um defeito na sua ação resulta portanto em acúmulo de glicose no sangue, o que chamamos de hiperglicemia.

Fatores de risco relacionados ao desenvolvimento de diabetes:
• Obesidade, (inclusive a obesidade infantil).
• Hereditariedade
• Falta de atividade física regular
• Hipertensão
• Níveis altos de colesterol e triglicérides
• Uso de determinados medicamentos, à base de cortisona
• Idade acima dos 40 anos (para o Diabetes Tipo 2)
• Estresse emocional

Sintomas

Os sintomas do diabetes são decorrentes do aumento da glicose no sangue e manifestam-se por:
• Aumento de apetite
• Aumento do número de micções
• Aumento do volume da urina
• Coceira vaginal
• Dificuldade de cicatrização de feridas
• Fadiga, fraqueza, tonturas
• Formigamento, dormências e dores nas mãos, pernas e pés
• Infecções urinárias freqüentes
• Perda de peso
• Pressão arterial alta
• Sede excessiva
• Surgimento do hábito de urinar a noite
• Visão embaraçada (turva)

Fontes: http://www.anad.org.br/institucional/Tipos_de_diabetes.asp
             http://www.endocrino.org.br/o-que-e-diabetes/
             

Diabetes tipo MODY

A diabetes tipo MODY (Maturity-Onset Diabetes of the Young) Diabetes do jovem é um subtipo da diabetes Mellitus, caracterizado por manifestação precoce (em geral abaixo dos 25 anos de idade) e com transmissão autossómica dominante (determinada em pelo menos três gerações). Corresponde a um defeito primário na secreção da insulina, associada a disfunção na célula β pancreática.

Premissas necessárias para o diagnóstico de diabetes tipo MODY são:
Diagnóstico efetuado antes dos 25 anos de idade em pelo menos um membro da família,
Transmissão autossomica dominante com, pelo menos, 3 gerações atingida pela diabetes
Capacidade de controle do diabetes sem recurso à insulinoterapia  (e sem desenvolver cetose) durante um período de, pelo menos, 2 anos ou níveis significativos de péptideo C.

www.diabetesnoscuidamos.com.br

Quiabo e diabetes: Posicionamento da Sociedade Brasileira de Diabetes

A Sociedade Brasileira de Diabetes vê com grande preocupação a divulgação por grandes veículos de comunicação, formas “alternativas” de tratamento do diabetes sem qualquer base científica, pelo seu potencial de malefício, especialmente para as pessoas portadoras de diabetes em uso de insulina. Mais especificamente desejamos nos referir ao Programa da Rede Globo de Televisão que divulgou os supostos benefícios da baba do quiabo para o tratamento do diabetes. Esclarecemos que não há qualquer evidência científica para tal uso e que portanto não o recomendamos.
A Sociedade Brasileira de Diabetes reúne profissionais de saúde (especialistas, professores, pesquisadores), com o interesse em diabetes e tem como missão a compreensão dos fenômenos envolvidos, prevenção, diagnóstico, tratamento e cura desta doença e suas complicações que atinge no momento aproximadamente 13.4 milhões de brasileiros. Nestas áreas de estudos grandes avanços tem ocorrido nos últimos anos resultantes de vultuosos recursos utilizados na realização de pesquisas envolvendo milhares de pessoas portadoras de diabetes em universidades de todo o mundo.
Embora ainda não curável, o diabetes na atualidade é perfeitamente controlado com medicamentos encontrados gratuitamente em farmácias populares e unidades básicas de saúde.
A Sociedade Brasileira de Diabetes recomenda que as pessoas portadoras de diabetes mantenham uma alimentação saudável, atividade física regular, uso de medicamentos prescritos pelo médico, incluindo insulina se necessário e visitem um serviço de saúde para realização de exames periódicos e consultas com outros especialistas quando necessário: cardiologista, oftalmologista, nefrologista etc.
Por último, a Sociedade Brasileira de Diabetes esclarece que tratar diabetes não significa somente tratar a glicemia, mas tratar também o Colesterol, a Pressão Arterial, a Obesidade, o hábito de fumar, todos fatores de risco para a doença vascular, principal causa de morte na atualidade.
Em 27 de dezembro de 2013.
Por Dr. Laerte Damasceno – Editor-chefe do portal
Dr. Balduino Tschiedel – Presidente da SBD
Dr. Walter Minicucci – Presidente eleito da SBD