terça-feira, 30 de setembro de 2014

Estrogonofe de frango com berinjela



Ingredientes - 
  • 300 g de filé de frango cortado em tiras
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 1 pitada de pimenta-do-reino branca
  • 1 colher (chá) de azeite de oliva
  • 1 cebola picada
  • 1 berinjela média cortada em cubos
  • 3 tomates sem pele e sem sementes picados
  • 1 colher (sopa) de mostarda
  • 2 colheres (sopa) de catchup light
  • 1 colher (chá) de molho inglês
  • 1 caixinha de creme de leite light (200 g)
  • Salsa picada a gosto
Preparo
Tempere o frango com o sal e a pimenta. Aqueça o azeite e doure o frango. Junte a cebola e a berinjela e refogue para amaciar. Misture o restante dos ingredientes, com exceção do creme de leite e da salsa, e deixe por cerca de 5 minutos. Retire, acrescente o creme de leite e a salsa e sirva na hora.
Informações nutricionais
1 Porção = 1 Fatia 120 gCalorias 120Proteínas 11,6 gGorduras totais 5,7 gCarboidratos 5,4 gFibras 0,8 gSódio 238 mgGorduras saturadas  3,1 gColesterol 38 mg

Rendimento: 7 porções 
Fonte: http://www.diabetes.org.br/receitas/receitas-refeicoes/estrogonofe-de-frango-com-berinjela

Exercícios físicos e diabetes mellitus tipo 2: O que você precisa saber

O diabetes mellitus tipo 2 é a forma mais prevalente de diabetes. Uma vez que está associado ao estilo de vida moderno, caracterizado por alimentação inapropriada e sedentarismo, o diabetes tipo 2 é cada vez mais frequente na nossa rotina.
Além do tratamento farmacológico, realizado com medicamentos e/ou insulina, mudar os hábitos alimentares e fazer atividades físicas são importantíssimos para o bom controle da doença.
O exercício físico regular, seja ele aeróbico, de resistência ou de alta intensidade, é capaz de dar uma “ajudinha” para que a insulina faça melhor seu trabalho, consequentemente baixando os níveis de glicose no sangue. Vejamos como isso acontece...
A insulina é um dos hormônios produzidos pelo pâncreas que, entre outras funções, é responsável por fazer com que a glicose, o combustível das nossas células, seja devidamente captada. No diabetes tipo 2, a insulina não funciona direito, pois há uma resistência a sua ação. O resultado disso é aumento dos níveis de glicose no sangue. O exercício físico regular é capaz de aumentar a expressão de um receptor chamado GLUT4 nas células dos nossos músculos, responsável por “puxar” a glicose do sangue para dentro das células. Com mais GLUT4, a insulina, que antes funcionava mal, passa a funcionar melhor, e a glicose baixa no sangue.
Além do benefício sobre a glicose, os exercícios físicos são capazes de reduzir o peso e a gordura abdominal, melhorar os níveis de colesterol, além de ajudar a baixar a pressão arterial. Todos estes são conhecidos como fatores de risco para doenças cardíacas e vasculares, como infarto e isquemias. Logo, conforme diferentes estudos sugerem, a atividade física regular é capaz de reduzir a chance de problemas coração e nos vasos das pessoas diabéticas.
Se você é diabético, está parado e deseja começar a praticar atividades físicas, deve seguir algumas recomendações:
1- Faça uma visita ao seu endocrinologista. Nesta consulta você será avaliado clinicamente e através de exames básicos de laboratório e eletrocardiograma. Caso haja necessidade, isto é, se seu risco cardiovascular for considerado alto, uma avaliação com o cardiologista poderá ser solicitada. O oftalmologista também precisará ser visitado, pois exercícios físicos de resistência devem ser evitados por pacientes com retinopatia diabética moderada ou grave.
2- Procure um educador físico com experiência em diabetes. O ideal é que o exercício no paciente diabético seja misto, isto é, tanto de resistência (levantamento de pesos) quanto aeróbico (caminhada, por exemplo). Cento e cinquenta minutos divididos durante os dias da semana, com pelo menos 2 dias de exercício de resistência, estão de bom tamanho. Outros detalhes importantes: comece devagar e vá aumentando a intensidade a medida que seu organismo for permitindo, procure fazer a atividade sempre no mesmo horário do dia para evitar oscilações da glicemia e não “mate” as aulas. A regularidade é muito importante!
3- Sempre use roupas e principalmente tênis confortáveis. Todo paciente diabético deve cuidar muito bem dos seus pés.
4- Alimente-se apropriadamente antes e após o exercício conforme a orientação do seu endocrinologista e nutricionista. Beba bastante água.
5- Se você usa insulina ou outro medicamento capaz de causar hipoglicemia, como glimepirida, por exemplo, sempre teste sua glicemia na ponta do dedo antes de começar a atividade programada. Valores entre 100 e 250 mg/dL permitem atividade física moderada sem maiores riscos por até 60 minutos. Para os demais casos, pergunte ao seu médico.
6- Diga aos outros que você é diabético, e avise a quem contatar no caso de emergência.
Seguindo estas recomendações, você estará apto a começar a ter uma vida mais saudável e feliz.

sábado, 20 de setembro de 2014

Gorduras: Vilãs ou Mocinhas?

De acordo com Pesquisa de Orçamentos Familiares – POF 2008-2009, e outras pesquisas que avaliam o consumo alimentar, o Brasil passa por uma transição nutricional. Dados da ultima pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e estatística) apontam para  um maior  consumo de alimentos industrializados e como consequência,  maior  consumo de gorduras.

A gordura na alimentação tende a ser visto como algo ruim. No entanto, o consumo adequado de gorduras, pode sim trazer benefícios à saúde. O importante é conhecer os tipos, as fontes alimentares e as quantidades recomendadas.
As funções das gorduras são inúmeras. Elas formam a camada das células, transportam nutrientes, mantém o corpo aquecido. Por outro lado, o excesso de gorduras, especialmente as gorduras ruins, pode levar à obstrução de artérias importantes causando diferentes problemas como infarto, acidente vascular cerebral ou trombose.
Assim, é importante conhecer os tipos para  controlar na sua alimentação. Veja como escolher:
Gorduras boas
As gorduras boas são chamadas de insaturadas e podem ser de  dois tipos:
Monoinsaturadas
• Azeite de oliva
• Óleo de canola
• Nozes e castanhas
• Abacate

Poli-insaturadas:
• Peixes oleosos como salmão, arenque, cavala e a sardinha
• Óleos de soja
• Cremes vegetais
• Linhaça 
• Chia
Dentre as gorduras poli-insaturadas, o ômega 3 e ômega 6 merecem destaque.  Ambos são obtidos por meio dos alimentos e tem papel importante no controle de processos metabólicos, entre eles a inflamação, comum em pessoas com diabetes. Ambos devem ser consumidos por meio da alimentação, uma vez que o  corpo humano não é capaz de  produzi-los.
Gorduras ruins
Saturadas
Um tipo de gordura que, em temperatura ambiente, apresenta-se em estado sólido.
• Carnes e gordura aparente de carnes e aves
• Leite integral
• Queijos
• Manteiga
• Azeite de dendê
• Óleo de coco
• Óleo de Palma

Trans
• Margarina
• Biscoitos
• Batatas fritas (prontas ou congeladas)
• Sorvetes
• Salgadinhos de pacote

As pessoas, a partir da definição de seu plano alimentar juntamente com o profissional que o acompanha deve priorizar um prato saudável, contendo todos os tipos de nutrientes. As gorduras devem ser poli ou monoinsaturadas para equilibrar o conteúdo de gorduras boas na  alimentação.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Bolo de Banana

Ingredientes:

Massa
4 ovos
1 xícara de leite
½ xícara de óleo
1 xícara de adoçante culinária
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher  de sopa de fermento em pó



Recheio
6 bananas médias
Adoçante e canela em pó à gosto


Modo de Preparo:
Bater os 4 primeiros ingredientes no liqüidificador e juntar a farinha de trigo. Tirar do copo a massa e misturar o fermento. Reservar.
Untar uma forma com margarina e polvilhar com adoçante e canela. Forrar a forma com as bananas cortadas ao meio. Colocar a massa e levar ao forno por mais ou menos 20 minutos.


Informações Nutricionais
Rendimento: 13 fatias
Kcal/porção: 198 Kcal
Carboidratos/porção: 24g
Protéinas/porção: 5.14g
Lipidios: 11,19g


Fonte: http://www.adj.org.br/site/receitas_read.asp?id=60

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Alfajores de Chocolate


Ingredientes:
Massa
200g margarina light
4 colheres (sopa) adoçante culinária
3 ovos
1 e ¼ xícara (chá) farinha de trigo
2 xícaras (chá) amido de milho
1 xícara (chá) cacau em pó
1 tablete de fermento biológico
1 colher (café) essência de baunilha
Raspas de 1 limão
Recheio e cobertura
300g doce de leite diet
500g chocolate diet em pedaços

Modo de preparo:

Massa
Bata a margarina light com o adoçante até ficar cremoso. Junte os ovos, um a um, sem parar de bater. Retire da batedeira e junte os ingredientes restantes, mexendo com uma colher até obter uma massa homogênea. Em uma superfície enfarinhada, abra a massa e corte-a com um cortador redondo. Disponha os círculos (bolachas) em uma assadeira untada e leve para assar em forno médio pré-aquecido por aproximadamente 20 minutos. Deixe esfriar.

Montagem:
Passe o doce de leite na parte de cima de metade das bolachas, depois cubra com o restante deles, como se fossem sanduíches. Derreta o chocolate em banho-maria e banhe os bolinhos com auxílio de um garfo. Deixe na geladeira em uma assadeira forrada com papel manteiga para não grudar.

Rendimento 1380g (23 porções)
Porção: 60g
Informação nutricional por porção (60g):
Calorias: 272 kcal
Carboidrato: 14g
Proteína: 5g
Gordura: 14g

Fonte: http://www.adj.org.br/site/receitas_read.asp?id=2

Diagnóstico do Diabetes

Deve ser feito através da dosagem de glicose no sangue (Glicemia).
Os valores de glicemia (referência) para o diagnostico do Diabetes são:
Normal: Glicemia de jejum (pelo menos 8 horas) entre 70 mg/dl e 99mg/dl e inferior a 140mg/dl 2 horas após sobrecarga de glicose (75g) via oral.
Glicemia de jejum alterada: Glicemia de jejum entre 100 a 125mg/dl.
Diabetes: 2 amostras colhidas, em dias diferentes, com resultado igual ou acima de 126mg/dl. ou glicemia dosada a qualquer hora igual ou acima de 200mg/dL na presença de sintomas.
Teste de tolerância à glicose aos 120 minutos igual ou acima de 200mg/dL.
Curva glicêmica:
A curva glicêmica, ou teste oral de tolerância à glicose, é considerada o padrão-ouro para diagnosticar o Diabetes Mellitus. Para essa finalidade, preconiza-se a administração de 75g de glicose por via oral (ou 1,75 g/kg de peso em crianças) e as dosagens de glicose sérica em jejum e após 120 minutos da sobrecarga. Tanto um valor de glicemia entre 100 e 125 mg/dL, encontrado em jejum, quanto níveis entre 140 e 200 mg/dL, duas horas após a sobrecarga, evidenciam intolerância à glicose (pré-diabetes). 
Já uma Glicemia superior ou igual a 200 mg/dL aos 120 minutos confirma o diagnóstico de Diabetes Mellitus.

http://www.anad.org.br/institucional/Tipos_de_diabetes.asp

SBD - Posicionamento sobre matéria veiculada no Jornal Nacional em 28/03/2013

COMUNICADO IMPORTANTE DA SBEM E SBD

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) vêm através deste comunicado conjunto contrapor informações veiculadas na edição do Jornal Nacional de 28/03/2014 sobre a ocorrência de efeitos adversos de medicações anti-diabéticas.

O texto da matéria, ressalta, entre outras infomações:

“Para o coordenador do núcleo de estudos da Vigilância Sanitária, a situação é grave. ‘A gente tem percebido, principalmente, a ocorrência de pancreatite, alguns casos de câncer pancreático e também reações adversas na tireoide, como neoplasia de tireoide’, revela Adalton Guimarães Ribeiro, diretor do núcleo de estudos da Vigilância Sanitária de São Paulo. Na mira da Vigilância Sanitária, uma lista de dez medicamentos, com sete princípios ativos: liraglutida, exenatida, linagliptina, metformina, saxagliptina, sitagliptina e vildagliptina.”

Este texto contém incorreções importantes, tais como:

1. é absolutamente incorreta a inclusão da metformina nessa lista; este fármaco é utilizado no tratamento do diabetes há várias décadas, está consagrado, e faz parte de simplesmente todos os consensos científicos nacionais e internacionais sobre o tratamento do diabetes como medida inicial de conduta. Ela definitivamente não está associada a qualquer dos efeitos colaterais mencionados na matéria.

2. as demais drogas citadas estão sendo alvo de ampla discussão pelas sociedades científicas, no mundo todo, já há alguns anos, a respeito de seu potencial de causar doenças no pâncreas e na tireóide. As evidências até o momento, que estão consolidadas em documentos de consenso das duas maiores entidades científicas internacionais da área de diabetes, e endossadas pelas entidades científicas brasileiras, apontam para a ausência de relação causal entre esses tratamentos e aquelas doenças. O assunto, porém, ainda está em aberto na comunidade médica científica internacional.

3. o alerta diz respeito ao fato de que alguns destes princípios ativos, especificamente os de uso injetável, realmente estão liberados pela ANVISA para venda livre, sem prescrição. A SBD e a SBEM posicionam-se contrariamente a esta regulamentação, sendo da opinião de que deveria haver maior controle sobre a prescrição e dispensação destes remédios injetáveis.
Fonte: http://www.diabetes.org.br